Grande pequena, juvenil, um abacate verde, maduro para dizer a verdade, pentelha, alegre, difama a imagem, faz querer ser, algo que jamais se pode ver diante dos olhos, a música de manhã, de tarde, de noite, as mesmas linhas, o mesmo caminho, o que o rapaz sempre dirá que sem sua presença qualquer coisa parece transparente, invisivel.
Por Edu.
terça-feira, 9 de março de 2010
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